Observatório Nacional sobre Deficiência e Direitos Humanos (ONDHu)

Investigador Responsável:
Paula Campos Pinto ( Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. )

Equipa de Investigação:

Nome do Investigador
Filiação Institucional
Fausto Amaro CAPP/ISCSP
Maria Engrácia Cardim CAPP/ISCSP
Diana Teixeira CAPP/ISCSP

 

Parceiros:

Nome
Instituição
ACAPO Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal
ADFA Associação Portuguesa de Deficientes das Forças Armadas
APECDA Associação de Pais para a Educação de Crianças Deficientes Auditivas
APH Associação Portuguesa de Hemofílicos
APD Associação Portuguesa de Deficientes
FENACERCI Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social
FPAS Federação Portuguesa das Associações de Surdos
-- Fundação LIGA

 

Entidade Financiadora:
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.


Resumo do Projeto


O Observatório Nacional sobre Deficiência e Direitos Humanos (ONDHu) assume-se como um espaço de participação da sociedade civil, e particularmente do movimento associativo da deficiência, com o objetivo de impulsionar o diálogo e ajudar a desenvolver propostas concretas no âmbito da defesa dos direitos humanos e dos interesses das pessoas com deficiência.

Surgindo com o propósito de promover a sustentabilidade ao nível dos processos de capacitação e envolvimento de dirigentes associativos e pessoas com deficiência, em matéria de deficiência e direitos humanos e particularmente em torno da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o ONDHu constituí uma plataforma virtual que serve como veículo para:

  1. capacitar dirigentes associativos, pessoas com deficiência e outros atores interessados em questões relacionadas com os direitos humanos das pessoas com deficiência;
  2. ecolher, sistematizar e dar a conhecer publicações, opiniões e actividades que impulsionem o desenvolvimento dos direitos humanos das pessoas com deficiência, tanto em Portugal como a nível internacional;
  3. promover o diálogo e a troca de boas-práticas, fortalecendo parcerias multiatores na promoção dos direitos humanos da deficiência;
  4. impulsionar processos de monitorização e a análise sistemática da situação de direitos humanos das pessoas com deficiência em Portugal.

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