Alexandra Costa

Alexandra Costa

 

 

Licenciada e mestre em Antropologia, é bolseira de investigação e doutoranda em Administração Pública (Administração da Saúde) no ISCSP, da Universidade de Lisboa. A sua investigação centra-se na governança pública e na governação dos dados de saúde, com enfoque nas dimensões institucionais e nos arranjos governativos no contexto da transformação digital da saúde. Interessa-se pela aplicação de metodologias qualitativas à análise de políticas públicas de saúde. No âmbito da sua investigação de doutoramento, participou no primeiro ENPA Doctoral Seminar, integrado na Conferência Inaugural da European Network for Public Administration, em Bucareste, Roménia.

Andréia Soares

Andréia Soares

 

 

Andréia Melchiades Soares é doutoranda em Ciências da Comunicação no ISCSP – Universidade de Lisboa. Desenvolve investigação nas áreas de relações públicas, comunicação estratégica, sustentabilidade e cultura organizacional, com enfoque no enquadramento mediático e na institucionalização da comunicação. Desenvolve a sua tese sobre comunicação estratégica e excelência em organizações internacionais. É investigadora colaboradora no Centro de Administração e Políticas Públicas (CAPP). É autora de artigos científicos publicados em revistas internacionais e de um capítulo de livro sobre comunicação da sustentabilidade.

Andressa Costa

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Andressa Costa é doutoranda em Ciência Política no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP). A sua investigação visa compreender o papel da mobilização antidemocrática nas redes sociais como parte do processo de autocratização, com foco na atuação do bolsonarismo no Brasil. Atualmente, é professora visitante na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e investigadora do Instituto Democracia em Xeque. Foi investigadora visitante no Weizenbaum Institut (Alemanha) e na Universidad Complutense de Madrid (Espanha). Os seus interesses de investigação incluem democracia, redes sociais e opinião pública, com ênfase no comportamento e na comunicação política.

Bernardo Motta

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Economista. Licenciado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Economia da Inovação pelo ISEG-ULisboa e doutorando em Administração Pública e Políticas Públicas pelo ISCSP-ULisboa. Sócio Licenciado da Finance Consultoria, atua como consultor econômico-financeiro em projetos para governos e organismos multilaterais, com foco em finanças e políticas públicas. As suas principais especializações e áreas de pesquisa incluem inovação, transformação digital e economia digital no setor público, além de economia do setor público, políticas públicas, estudos de ciência, tecnologia e inovação e federalismo

Emmanuelle Maia de Souza

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Doutoranda em Sociologia (OpenSoc), desenvolve investigação sobre cidadania e mulheres Roma/Ciganas no Algarve (Portugal). É mestra em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, Brasil), onde defendeu dissertação sobre participação pública na construção de políticas culturais de dança no estado do Rio Grande do Sul. 

Fábio Anunciação

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Fábio Anunciação é doutorando em Ciências da Comunicação no ISCSP-ULisboa, instituição onde frequentou o mestrado em Sociologia. É licenciado em Ciências da Comunicação, também pelo ISCSP-ULisboa. Os seus interesses de investigação incluem as desigualdades sociodigitais, o capital digital, os novos media e as pessoas mais velhas. Tem colaborado em vários projetos de investigação do CIEG e do CAPP. Entre 2022 e 2025, esteve envolvido em vários projetos de investigação e de avaliação de políticas públicas no IPPS-Iscte. É membro associado da SOPCOM e revisor da Revista Comunicando. Em 2019, foi distinguido com o Prémio de Mérito Escolar ISCSP/CGD.

Flora Maravalhas

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Flora Maravalhas é doutoranda em Administração Pública e Políticas Públicas no ISCSP-ULisboa, Assistente de Investigação no CIES-ISCTE e integra o grupo de investigação Governação e Políticas Públicas do CAPP. É licenciada em Letras e mestre em Gestão Pública, ambas pela Universidade de Brasília. A sua investigação centra-se no desenho e na avaliação de políticas públicas e nas políticas culturais. Participou no Plano Nacional das Artes, onde contribuiu para o desenho do Compromisso de Impacto Social das Organizações Culturais (CISOC).

Inês Francisca Oliveira

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Inês Francisca Oliveira é arquiteta e doutoranda em Antropologia no ISCSP, bolseira da FCT. Mestre em Arquitetura pela Universidade do Minho e pós-graduada pela Universidade de Évora, investiga as relações entre paisagem, memória, e ecofeminismo, com especial interesse em art-based research. Desenvolveu investigação no Laboratório das Paisagens Património e Território - Lab2PT e colaborou com o The Hives Project em práticas artísticas comunitárias. Foi distinguida com duas bolsas de excelência da Universidade do Minho e no Prémio Ibérico de Investigação em Arquitectura Tradicional (7ª edição), pela dissertação de mestrado “Percursos de Inês de Jesus: lugares-do-saber na paisagem”.

Isadora Gonçalves

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Isadora Gonçalves é doutoranda e mestre em Ciência Política pelo ISCSP, bolseira da FCT e investigadora integrada no CAPP. A sua investigação articula pensamento decolonial e epistemologias do Sul para analisar a colonialidade do poder e a precarização laboral de imigrantes em Portugal sob o regime dos recibos verdes. Na dissertação, publicada em livro, estudou democracia e participação em contextos de desastres socioambientais. Atuou na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Económico, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, em projetos de inovação, políticas públicas e desenvolvimento territorial, e participou, no Brasil, em mapeamentos de áreas expostas a riscos ambientais.

Perfil nas plataformas:

Jorge da Cunha

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Doutorando em Ciências da Comunicação com tese entregue, mestre em Ciências da Educação e licenciado em Antropologia. Nos últimos quadro anos, dedica-se ao estudo do jornalismo literário, nomeadamente à crónica de Irene Lisboa (primeiras décadas do Estado Novo), tendo publicado, individualmente, dois artigos académicos (revistas Public Sciences & Policies, 9(1), 2023; Comunicação e Sociedade, 46, 2024, Q2/3) e, em coautoria, já aceites e à espera de publicação em 2026, mais três (revistas Estudos em Comunicação, Q3; Orbis Litterarum, Q2; Journalism, Q1). Fundou em 2026 e é membro efetivo da Alma Nova – Associação Irene Lisboa, com sede em Arruda dos Vinhos.

Matteo Vivi

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Matteo Vivi é doutorando em Antropologia. Na sua tese, realiza uma etnografia de eventos exclusivamente masculinos em Portugal (men only events), analisando o significado de laços homossociais na era da diversidade. Interessa-se também pela construção da masculinidade através de práticas de consumo sustentável, como veículos elétricos e painéis solares.

Antes da antropologia, licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Bolonha (Itália) e concluiu mestrados em Media Studies na Erasmus University Rotterdam (Países Baixos) e em Estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade (STS) na Universidade Técnica de Munique (Alemanha). Desenvolveu atividade de investigação na Universidade de Viena e na Universidade Técnica de Munique.